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F1 2026: Norris e Verstappen não perdoam o Novo Regulamento!

A Nova F1 2026: Lando Norris e Max Verstappen abriram o verbo sobre o novo regulamento da F1 2026. Entre efeito ioiô, ultrapassagens artificiais e carros “Fórmula E com esteroides”, a crítica veio pesada.

Antes de mais nada, é bom deixar claro: não foi só nas pistas que o GP do Japão gerou barulho. Fora delas, dois dos maiores nomes do grid abriram o verbo — e não foram nada gentis com a F1 de 2026.

Lando Norris e Max Verstappen, cada um à sua maneira, disseram em voz alta o que muitos torcedores já sentiam na pele assistindo às corridas.

A Nova F1 2026: “Dói a alma” — e olha que Norris ainda tentou ser diplomático

Lando Norris campeão da F1 2025

Pois bem, o atual campeão do mundo não poupou palavras. Norris admitiu que ultrapassou Lewis Hamilton e outros rivais no Japão quase sem querer — não por mérito puro de pilotagem, mas por conta do tal “efeito ioiô” gerado pelo novo sistema de energia elétrica dos carros.

Em outras palavras: o carro na frente perde potência num momento crítico, o de trás avança. Simples assim. Artificial assim.

“Não é autêntico”, disse Norris, sem rodeios. E completou, com aquela honestidade que ninguém pediu mas todo mundo precisava ouvir: “Dói a alma.”

Certamente não é o tipo de frase que a FIA e a Liberty Media gostariam de ver estampada nas manchetes logo na terceira etapa da temporada.

Verstappen vai além — e compara A Nova F1 2026 com uma categoria menor

Max Verstappen no GP do Japão

Por outro lado, se Norris doeu a alma, Verstappen foi direto ao ponto com o bisturi.

O tetracampeão, que viveu mais um fim de semana constrangedor no Japão — nem o Q3 conseguiu alcançar num circuito onde venceu quatro vezes seguidas —, resumiu o estado atual da F1 com uma frase que vai ficar:

“Fórmula E com esteroides.”

Além disso, Verstappen já havia criticado a redução da recarga máxima de energia imposta pela FIA antes da classificação em Suzuka. A medida foi de 9,0 para 8,0 megajoules — uma tentativa de tornar a sessão mais real, mais ao limite. O holandês foi pragmático: “Vai ser diferente. Ir para oito megajoules ajuda um pouco, mas o básico é o mesmo. Ainda é preciso cuidado com o acelerador. É bem diferente do passado.”

Surpreendentemente, de um piloto que normalmente domina qualquer regulamento que aparece à sua frente, isso soa quase como um grito de socorro.

Alonso também não ficou de fora: “Isso aqui virou um campeonato de bateria”

problemas com aston martin

O bicampeão Fernando Alonso trouxe uma perspectiva ainda mais nostálgica e certeira. Para ele, as mudanças destruíram algo que era sagrado na Fórmula 1: as curvas icônicas. “Antes, lutávamos pela vida na Curva 12 do Bahrein, na Curva 130R de Suzuka. Era onde o piloto precisava de habilidade e coragem. Agora? Usamos essas curvas para recarregar a bateria.”

O espanhol da Aston Martin também criticou a qualidade das ultrapassagens: “Qual é a graça se você ultrapassa sem querer? De repente, você tem mais bateria que o carro da frente e ou ultrapassa ou bate. Não é uma ultrapassagem, é uma manobra de evasão.”

A Nova F1 2026: O problema não é novo — mas ficou impossível de ignorar

Da mesma forma que nas etapas anteriores, o GP do Japão escancarou o que já estava evidente: os carros de 2026 têm um comportamento errático na gestão de energia que tira a naturalidade das disputas em pista.

Pilotos travam, freiam antes do necessário, aceleram de forma irregular — e o resultado são aquelas cenas que parecem mais um bug de videogame do que uma corrida de Fórmula 1.

O acidente de Oliver Bearman, que acionou o safety car e — ironicamente — decidiu a vitória de Antonelli, trouxe ainda mais atenção para os riscos reais que esse comportamento imprevisível dos carros pode gerar.

E a FIA? Segue “estudando o assunto”

Sendo assim, a questão que paira sobre o paddock é simples: até quando?

Por enquanto, a FIA e as equipes prometem ajustes durante a pausa de cinco semanas entre o Japão e Miami. Mas entre prometer e entregar, como qualquer fã de F1 já sabe, existe um abismo considerável.

Afinal, não é todo dia que o campeão em exercício e um tetracampeão mundial criticam o produto que estão vendendo — ao vivo, para o mundo inteiro.

O que vem aí

Em conclusão, o Grande Prêmio de Miami chega no início de maio com uma pressão extra nas costas dos reguladores. Se as críticas de Norris e Verstappen já ecoaram alto agora, imagina se os problemas persistirem na Flórida.

A F1 de 2026 prometeu uma revolução e precisa fazer isso urgentemente. Será que estão esperando uma tragédia como em 1994 para resolver o problema?

Todo mundo está reclamando, todo mundo avisou que isso ia acontecer, mas a FIA insistiu e ainda insiste se baseando que o torcedor está se divertindo com essas ultrapassagens absolutamente artifíciais!

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